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Biodiversidade na Amazônia Brasileira

Henrique Chagas*

Instituto Socioambiental - Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia - Grupo de Trabalho Amazônico -- Instituto Sociedade, População e Natureza - Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia - Conservation International do Brasil e a Editora Estação Liberdade convidam para o lançamento do livro BIODIVERSIDADE NA AMAZÔNIA BRASILEIRA Avaliação e ações prioritárias para a conservação, uso sustentável e repartição de benefícios.

Obra de referência para o planejamento estratégico da Amazônia no século XXI, foi produzida a partir dos resultados do Projeto "Avaliação e Identificação de Ações Prioritárias para a Conservação, Utilização Sustentável e Repartição dos Beneficios da Biodiversidade da Amazônia Brasileira". Reúne, em 546 páginas, 27 artigos, mais de 100 mapas, tabelas, banco de dados e fotos de Araquém Alcântara,Pedro Martinelli, Beto Ricardo, Paulo Santos e Michel Pellanders.

Recomendações

"O livro "Biodiversidade na Amazônia Brasileira" não se limita a fazer inventários. Seu ponto forte é o uso da ferramenta sistema de informações geográficas para integrar dados relativos às mesmas coordenadas, antes dispersos na literatura científica e por muitos órgãos de governos municipais, estaduais e federal.
O mesmo foi feito com as próprias recomendações do seminário de 1999 em Macapá. Das 385 áreas prioritárias identificadas, verificou-se que 122 (32%) coincidem com unidades de conservação já existentes -nesse caso, trata-se portanto de dar prioridade à sua efetivação. Outras 148 (38%) estão sobrepostas com terras indígenas, e em algum momento será preciso criar algo como as RIRNs.

O problema maior está nas 115 áreas identificadas (30%) que não contam hoje com proteção alguma, no papel ou fora dele. Para sanar essa deficiência, foi proposta a criação de 80 novas unidades de conservação, um acréscimo de 117% sobre a área hoje protegida. Está tudo lá no livro, item por item, mapa por mapa, área por área, com grau de prioridade, localização, municípios abrangidos, tipos de vegetação, ações recomendadas e um generoso etc.

Não falta lugar para a Amazônia no mapa do Brasil, nem diagnóstico com qualidade e resolução espacial. O que está faltando é um projeto para a região, mas tudo indica que ele já começa a se esboçar nas pranchetas digitais. Falta chegar às mesas de madeira nobre de quem realmente decide. (MARCELO LEITE - EDITOR DE CIÊNCIA - Folha de São Paulo, 16/12/2001, Caderno Amazônia)."

A milícia dos gaviões - Armada de espingardas, revólveres e arcos-e-flechas, milícia de reserva indígena faz ronda em camionete. Índios gaviões, considerados exímios arqueiros, competem entre si com suas armas na Reserva Indígena Mãe Maria (Pará) (Lalo de Almeida/Folha Imagem )




Sobre o Autor

Henrique Chagas: Henrique Chagas, 49, nasceu em Cruzália/SP, reside em Presidente Prudente, onde exerce a advocacia e participa de inúmeros eventos literários, especialmente no sentido de divulgar a nossa cultura brasileira. Ingressou na Caixa Econômica Federal em 1984. Estudou Filosofia, Psicologia e Direito, com pós-graduação em Direito Civil e Processo Civil e com MBA em Direito Empresarial pela FGV. Como advogado é procurador concursado da CAIXA desde 1992, onde exerce a função de Coordenador Jurídico Regional em Presidente Prudente (desde 1996). Habilitado pela Universidade Corporativa Caixa como Palestrante desde 2007 e ministra palestras na área temática Responsabilidade Sócio Empresarial, entre outras.

É professor de Filosofia no Seminário Diocesano de Presidente Prudente/SP, onde leciona o módulo de Formação da Consciência Crítica; e foi professor universitário de Direito Internacional Público e Privado de 1998 a 2002 na Faculdade de Direito da UNOESTE, Presidente Prudente/SP. No setor educacional, foi professor e diretor de escola de ensino de 1º e 2º graus de 1980 a 1984.

Além das suas atividades profissionais ligadas ao direito, Henrique Chagas é escritor e pratica jornalismo cultural no portal cultural VerdesTrigos (www.verdestrigos.org), do qual é o criador intelectual e mantenedor desde 1998. É jurado de vários prêmios nacionais e internacionais de literatura, entre eles o Prêmio Portugal Telecom de Literatura.

No BLOG Verdes Trigos, Henrique anota as principais novidades editoriais, literárias e culturais, praticando verdadeiro jornalismo cultural. Totalmente atualizado: 7 dias por semana.

 

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