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O Tempo não espera

Beatriz Ferrara Carunchio*

Algumas coisas são difíceis de imaginar. E tudo é diferente na imaginação de cada um. Será que ainda existem poetas? Sem dúvida, sim, muitos mais do que se imagina. Estão por toda parte, são gente comum, com angústias comuns a todos. Trabalham, estudam, divertem-se, batem papo com os amigos... Assim como eu, uma adolescente comum, cursando o Ensino Médio, convivendo com angústias e problemas típicos da idade. Todas as pessoas são poetas, afinal, todos têm sentimentos, todos estão vivos. Enquanto houver a espécie humana, haverá poesia. A poesia é uma daquelas coisas que parecem resistir ao tempo de uma forma incrível, renovando-se e adaptando-se, lutando pela existência assim como a própria espécie humana.

Comecei a escrever, como muitos adolescentes, para desabafar, para aliviar a angústia que sentia. Com o passar do tempo, escrever passou a ser mais do que um desabafo. Percebi o valor de ter idéias próprias. E de como seria se todos conhecessem minhas idéias, gostaria de lançá-las ao mundo como se fossem sementes. A poesia pareceu-me o meio perfeito. Tendo descoberto isso, comecei a escrever poemas que falassem da própria condição de ser humano, sem eu perceber, utilizando metáforas que atingiam a alma das pessoas. Conversando com meus amigos, mostrando minhas poesias, percebi que cada ser vê o mundo com seus próprios olhos, e assim cada um vive em um mundo especial, um mundo único, percebi ainda que esses mundos são tão diferentes que passam a ser incrivelmente semelhantes. E você, como percebe o mundo?

Escrever é, para mim, lago mágico. Quando escrevo faço vidas acontecerem, crio algo a partir do nada. Com o papel em branco, existe um mundo de possibilidades. Essa é uma sensação que gosto de cultivar. Nessas horas sinto-me livre.

Agora, convido você a viver comigo essa aventura, a sentir comigo essas sensações e, quem sabe, nos encontrarmos nessas angústias.

Sobre o Autor

Beatriz Ferrara Carunchio: Nasci em junho de 1986, em São Paulo, onde vivo com meus pais e irmãos. Tenho 17 anos e sempre gostei de escrever, inventar contos e personagens, mas principalmente de poesias. Comecei a escrever poesias aos 14 anos, no início era um segredo, meu receio de mostrá-las me levavam ao ponto de rasgá-las e jogá-las fora. Hoje não faço mais isso, criei coragem e fui mostrando aos amigos, famíliares e professores, e que bela surpresa tive quando me diziam que gostavam... Terminei o Ensino Médio em 2003, e começarei a faculdade de psicologia neste ano. Espero publicar outros livros (já tenho material), de poesias, mas não apenas.

Se quiser, mande um email: be_carunchio@yahoo.com.br.

 

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